O sonho da conciliação

Adormeci na monotonia daquela noite sem fim,

as minhas lágrimas eram pingos de chuva na escuridão,

meus soluços ecoavam os teus murmúrios de paixão –

como conseguiste ter-me deixado assim?

Nos meus sonhos iluminados pelas estrelas

vi-te além, a relembrar a nossa história,

sorrias para mim em forma de dedicatória –

uniram-se  nossas almas distantes, mas paralelas!

vieste ponderadamente sobre o tapete de jasmim,

tuas asas esfraldadas oscilavam em turbilhão…

reconheci o deleitoso sentimento da conciliação,

depois acordei clamando, “volta p’ra mim!”!

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February 4, 2014 · 5:35 am

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